quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Observar e Pensar

O primeiro passo para aprender a pensar, curiosamente, é aprender a observar. Só que isso, infelizmente, não é ensinado. Hoje nossos alunos são proibidos de observar o mundo, trancafiados que
ficam numa sala de aula, estrategicamente colocada bem longe do dia-a-dia e da realidade. Nossas escolas nos obrigam a estudar mais os livros de antigamente
do que a realidade que nos cerca. Observar, para muitos professores, significa ler o que os grandes intelectuais do passado observaram – gente como Rousseau, Platão ou Keynes. Só que esses grandes pensadores seriam os primeiros a dizer "esqueçam
tudo o que escrevi", se estivessem vivos. Na época
não existia internet nem computadores, o mundo era totalmente diferente. Eles ficariam chocados se soubessem que nossos alunos são impedidos de observar o mundo que os cerca e obrigados a ler teoria escrita 200 ou 2.000 anos atrás – o que leva os jovens de hoje a se sentir alienados, confusos e sem respostas coerentes para explicar a realidade.

Não que eu seja contra livros, muito pelo contrário. Sou a favor de observar primeiro, ler depois. Os livros, se forem bons, confirmarão o que você já suspeitava. Ou porão tudo em ordem, de forma esclarecedora. Existem livros antigos maravilhosos, com fatos que não podem ser esquecidos, mas precisam ser dosados com o aprendizado da observação.

Ensinar a observar deveria ser a tarefa número 1 da educação. Quase metade das grandes descobertas científicas surgiu não da lógica, do raciocínio ou do uso de teoria, mas da simples observação, auxiliada talvez por novos instrumentos, como o telescópio, o microscópio, o tomógrafo, ou pelo uso de novos algoritmos matemáticos. Se você tem dificuldade de raciocínio, talvez seja porque não aprendeu a observar direito, e seu problema nada tem a ver com sua cabeça.

Ensinar a observar não é fácil. Primeiro você precisa eliminar os preconceitos, ou pré-conceitos, que são a carga de atitudes e visões incorretas que alguns nos ensinam e nos impedem de enxergar o verdadeiro mundo. Há tanta coisa que é escrita hoje simplesmente para defender os interesses do autor ou grupo que dissemina essa idéia, o que é assustador. Se você quer ter uma visão independente, aprenda correndo a observar você mesmo.

Sou formado em contabilidade e administração. A contabilidade me ensinou a observar primeiro e opinar (muito) depois. Ensinou-me o rigor da observação, da necessidade de dados corretamente contabilizados, e também a medir resultados, a recusar achismos e opiniões pessoais. Aprendi ainda estatística e probabilidade, o método científico de chegar a conclusões, e finalmente que nunca teremos certeza de nada. Mas aprendi muito tarde, tudo isso me deveria ter sido ensinado bem antes da faculdade.

Se eu fosse ministro da Educação, criaria um curso obrigatório de técnicas de observação, quanto mais cedo na escala educacional, melhor. Incentivaria os alunos a estudar menos e a observar mais, e de forma correta. Um curso que apresentasse várias técnicas e treinasse os alunos a observar o mundo de diversas formas. O curso teria diariamente exercícios de observação, como:

1. Pegue uma cadeira de rodas, vá à escola com ela por uma semana e sinta como é a vida de um deficiente físico no Brasil.

2. Coloque uma venda nos olhos e vivencie o mundo como os cegos o vivenciam.

3. Escolha um vereador qualquer e observe o que ele faz ao longo de uma semana de trabalho. Observe quanto ele ganha por tudo o que faz ou não faz.

Quantas vezes não participamos de uma reunião e alguém diz "vamos parar de discutir", no sentido de pensar e tentar "ver" o problema de outro ângulo? Quantas vezes a gente simplesmente não "enxerga" a questão? Se você realmente quiser ter idéias novas, ser criativo, ser inovador e ter uma opinião independente, aprimore primeiro os seus sentidos. Você estará no caminho certo para começar a pensar.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Da série Bons Escritores

Por 500 anos mentiram para nós. Esconderam um dado muito importante sobre o Brasil. Disseram-nos que éramos brasileiros. Que éramos cidadãos brasileiros, que deveríamos ajudar os outros, pagando impostos sem reclamar nem esperar muito em troca. Esconderam todo esse tempo o fato de que o termo brasileiro não é sinônimo de cidadania, e sim o nome de uma profissão. Brasileiro rima com padeiro, pedreiro, ferreiro. Brasileiro era a profissão daqueles portugueses que viajavam para o Brasil, ficavam alguns meses e voltavam com ouro, prata e pau-brasil, tiravam tudo o que podiam, sem nada deixar em troca.

Brasileiros não vêem o Brasil como uma nação, mas uma terra a ser explorada, o mais rápido possível. Investir no país é considerado uma burrice; constituir uma família e mantê-la saudável, um atraso de vida. São esses brasileiros que viraram os bandidos e salafrários de hoje, que sonham com uma boquinha pública ou privada, que só querem tirar vantagem em tudo. Só que você, caro leitor, é um brasiliano. Brasiliano rima com italiano, indiano, australiano. Brasiliano não é profissão, mas uma declaração de cidadania.

Rima com americano, puritano, aqueles abnegados que cruzaram o Atlântico para criar um mundo melhor, uma família, uma nova nação. Que vieram plantar e tentar colher os frutos de seu trabalho, sempre dando algo em troca pelo que receberam dos outros. Gente que veio para ficar, criar uma comunidade, um lar. Que investiu em escolas e educação para os filhos e produziu para consumo interno. Foram os brasilianos que fizeram esta nação, em que se incluem índios, negros e milhões de imigrantes italianos, espanhóis, japoneses, portugueses, poloneses e alemães que criaram raízes neste país.

Brasilianos investem na Bolsa de Valores de São Paulo. Brasileiros investem em offshores nas Ilhas Cayman ou vivem seis meses por ano na Inglaterra para não pagar impostos no Brasil. Brasileiros adoram o livro O Ócio Criativo, de Domenico de Masi, enquanto os brasilianos não encontram livro algum com o título O Trabalho Produtivo, algo preocupante. Como dizia o ministro Delfim Netto, o sonho de todo brasileiro é mamar nas tetas de alguém. Quem está destruindo lentamente este país são os brasileiros, algo que você, leitor, havia muito tempo já desconfiava. Infelizmente, o IBGE não pesquisa a atual proporção entre brasileiros e brasilianos neste país. São as duas classes verdadeiramente importantes para entender o Brasil. Mais importante seria saber qual delas está aumentando e qual está diminuindo rapidamente, uma informação anual e estratégica para prevermos o futuro crescimento do país.

Não vou fazer estimativa, deixarei o leitor fazê-la com base nas próprias observações, para sabermos se haverá crescimento ou somente a continuação do "conflito distributivo" deste país. O eterno conflito entre aqueles que se preocupam com a geração de empregos e aqueles que só pensam na distribuição da renda. Os brasilianos desta terra não têm uma Constituição, que ainda é negada a uma parte importante da população. Uma Constituição feita pelos verdadeiros cidadãos, que estimule o trabalho, o investimento, a família, a responsabilidade social, a geração de renda, e não somente sua distribuição. Uma Constituição de obrigações, como a de construir um futuro, e não somente de direitos, de quem quer apenas garantir o seu. Precisamos escrever e reescrever nossos livros de história. Em vez de retratarmos o que os brasileiros (não) fizeram, precisamos retratar os belos exemplos e contribuições do povo brasiliano para esta terra. Um livro sobre a História Brasiliana, da qual teríamos muito que nos orgulhar. Vamos começar 2008 tentando ser mais brasilianos e menos brasileiros.

São 500 anos de cultura brasileira que precisamos mudar, a começar pela nossa própria identidade, pelo nosso próprio nome, pela nossa própria definição.


Stephen Kanitz é administrador (www.kanitz.com.br)

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Conheça Alah

PAUSA NAS ATIVIDADES

Chega DE tudo.
Vou dar um tempo no meu deserto particular. Quem precisar me encontrar não vai conseguir. Eu o encontrarei. E quando precisar de mim, estarei exatamente ao seu lado, como um motorista atento que faz em terra, o que ninguém consegue fazer nos ares.
Proteção ao vôo.
Pessoas autorizadas a tentar contato com o Ra 9260010673-01:
Exmo.sr. ten.- brig-Do-ar juniti saito
Exmo.sr.maj.-brig-do-ar Mauricio ribeiro
Meus dois futuros investidores.
Meu pai me resgata. Meu pai, para vocês, é DEUS. Com o perdão das caixas altas. Isso eh um radiograma.
Deus irá falar para vocês porque vocês não vão desativar as estações de comunicações. Ele vai perguntar para o filho.
o filho farah o que disser o pai.
Tudo em casa.
Tudo no tempo de deus.
Tudo através do número que deus arbitrar, não o diabo.
E o numero de deus eh 0763.
Perguntem ao seu filho. Ele comprovarah.
Ninguém chega ao pai, senão pelo filho.
Chame-o à porta. Lance a senha. O numero de deus.
Alah abrirah a porta.
Decifra-me ou te queimo com um tiro na cabeça. O diabo não precisa de cabeça, ele não existe.
Porque nenhuma criatura, nem mesmo o diabo, vai fazer meu pai acreditar que OUTRA PESSOA, FORA ELE, TEM O novo número para munição de 32. alah tem nova velha arma: aquela que não dispara há anos.
não atira, não limpa a arma, não usa. a caneta.
mas a munição é nova. experimente.
venham vocês, que não sabem onde estah deus.
conheçam alah.
lancem a senha.

Ele sabe que na FAB,
Também é filho de deus.
E O NETO DE DEUS VAI PARA O DESERTO, COMO SEMPRE.

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Enquanto o inimigo dorme, O Poder Criador não pára. O Pai do céu é o pai do pai da terra. Honrar pai e mãe. Seja feita a vontade do Pai.

Os inimigos terão quedas vertiginosas. Começará em seus sonhos...

Ad Astra Et Ultra!


"OS COMANDOS ATACAM À NOITE." - SO QSS BCO GILVAN

terça-feira, 31 de agosto de 2010

MAJOR TARJA-PRETA

Quando você tem uma situação administrativa, a administração tenta se defender de você. Mandando um ou outro idiota atacar. É o caso de você ser um controlador de vôo e tentar ser avaliado seriamente por alguém. Os médicos são "treinados" para não assumirem a responsabilidade e sugerir que você esteja escamando. Quem já foi vítima desse serviço mal prestado agora vai ter um modo "curioso" de resolver o problema.

Eis como se apresentou o problema para mim: se estava sendo consultado por um Major ou enquadrado por um médico. Bipolar, o doutor?

Major filho da puta. Ganha um dinheirão para vir de Anápolis e põe o laranja aspira para assinar. Dizer que um cara magro tem síndrome de Munchausen? Tá me chamando de burro? LÊ A PORRA DO PESO, IDIOTA. TÁ NA FICHA, SUA BESTA. Você está me fazendo desenvolver síndrome de Tourette no teclado, seu asno. Se informa, seu MAJOR TARJA-PRETA.

Queria me fazer tomar remédio controlado com base em quê, seu imbecil? é o que você toma caso queira o efeito daquele remédio natural que você me sugeriu como doença? Se liga, seu bosta. Eu não frequento hospitais e sei quando alguém está à base dos próprios remédios.

O que é ?
O carbolitium é o carbonato de lítio. O carbolim é um sal semelhante ao sal de cozinha. No início do uso dessa medicação quando descobriram o efeito antimaníaco mas ainda desconheciam o efeito tóxico da superdosagem, carbolim substituiu o sódio (sal de cozinha) no tempero dos alimentos para tratar os pacientes com transtorno afetivo bipolar (antigo PMD). Com o tempo viu-se que o carbolim era tóxico quando ingerido em grande quantidade, e essa prática foi abolida. Tu sugere que eu sou um mentiroso, passa remédio para um bipolar, quem é você, seu Militar Bosta. A propósito, estou sob a Junta de Saúde, e enquanto não estiver com as faculdades normais, não posso ser punido sequer pelos palavrões de tourette E SE FODA quem não gostar. Adquiri a carta branca para DESCONFIAR DE SEU SERVIÇO PRESTADO.
Para que serve ?
Até o momento o carbolim tem como principal finalidade o tratamento dos estados afetivos alterados (exaltação e/ou depressão) do transtorno bipolar. Muitos pacientes, porém com depressão unipolar (que não alternam depressão com exaltação) também se beneficiam do carbolim quando associado a um antidepressivo.
Observação: seu estúpido, eu tenho um RA. Tenho três personalidades MILITARES em um só número. Deus gosta de seus números, seu DOENTE.

Muitas pessoas (até mesmo médicos) acham que a falta de Lítio provoca Depressão.
Falta de Lítio não provoca nada. Ter zero ou 0,15 de Lítio no sangue não quer dizer nada nem que a pessoa está doente nem que precisa repor Lítio.
Só se faz o exame de dosagem de Lítio (Litemia) no sangue depois que a pessoa começar a tomar os comprimidos de Carbonato de Lítio.
Quem não toma Carbonato de Lítio sempre tem perto de zero no sangue e isso não quer dizer doença nenhuma.
O exame de sangue (Litemia) não serve para ver "se você precisa ou não precisa de Lítio"; ele serve para saber quanto você está absorvendo dos comprimidos de Carbolitium que você está tomando. Não importa muito quantos comprimidos de Carbolitium você toma, mas sim se sua Litemia está próxima de 0,8.

Como é usado ?
Para evitar sua toxicidade a dose do carbolim deve ser controlada com precisão. Os exames de laboratório ajudam, mas não são indispensáveis. O psiquiatra experiente poderá usar o carbolim com exames esporádicos ou no começo do tratamento. É conveniente que o carbolim seja distribuído ao longo do dia (manhã, tarde e noite) para diminuir os efeitos colaterais. Para se fazer o exame laboratorial o sangue do paciente deve ser tirado 12 horas depois da última vez que tomou o remédio, ou seja, se tomou às 8 horas da noite deve tirar o sangue às 8 horas da manhã do dia seguinte.
Principais efeitos colaterais
Enjôo e tremores são os efeitos mais comuns: podem ser controlados com outras medicações como o plasil e o propranolol. Nenhuma medicação se equivale ao carbolim, muito poucos pacientes se beneficiam de outro antimaníaco tanto quanto se beneficiam com o carbolim. Por isso é importante o bom controle dos efeitos colaterais para que o paciente não se recuse a tomar essa medicação tão importante. Outros efeitos que costumam incomodar os pacientes são: diarréia, vômitos, fraqueza muscular, cãibras, alteração do ritmo cardíaco, aumento da glândula tireóide depois de vários meses de uso.
Eu pareço um maníaco para você, seu estúpido? CHARLATANISMO!!!

A síndrome de Munchausen é uma doença psiquiátrica em que o paciente, de forma compulsiva, deliberada e contínua, causa, provoca ou simula sintomas de doenças, sem que haja uma vantagem óbvia para tal atitude que não seja a de obter cuidados médicos e de enfermagem. Já disse que destesto hospital, seu psicólogo de campanha russo. Se os russos não recolhem seus mortos em campo de batalha, você acha que há psicólogo de campanha russo? Seu...

A síndrome de Munchausen, também denominada simulação, não é um distúrbio somatoforme, mas as suas características são algo similares aos dos distúrbios psiquiátricos sob a aparência de uma doença orgânica. A diferença fundamental é que os indivíduos com a síndrome de Munchausen simulam conscientemente os sintomas de uma doença. Eles inventam repetidamente doenças e freqüentemente vão de hospital em hospital em busca de tratamento. Contudo, a síndrome de Munchausen é mais complexa que a simples e desonesta invenção e simulação de sintomas. Ela está associada a problemas emocionais graves. Os indivíduos com esse distúrbio geralmente são bem inteligentes e cheios de recursos. Eles não somente sabem como simular doenças, mas também possuem um conhecimento sofisticado das práticas médicas. Eles são capazes de manipular seus cuidados para serem hospitalizados e submetidos a uma enorme quantidade de exames e tratamentos, incluindo cirurgias de grande porte. Suas fraudes são conscientes, mas a sua motivação e busca por atenção são em grande parte inconscientes. Uma variante curiosa da síndrome é denominada Munchausen por substituto. Nesse distúrbio, uma criança é utilizada como paciente passivo, geralmente por um dos genitores. O genitor falsifica a história médica da criança e pode causar-lhe danos com medicamentos ou adicionando sangue ou contaminantes bacterianos em amostras de urina, orientando todo o seu esforço para simular uma doença. A motivação subjacente a esse comportamento tão estranho parece ser uma necessidade patológica de atenção e de manter uma relação intensa com a criança.
Isso foi o que o senhor, seu Major-Merda, achou de mim. E mandou o aspira assinar. Seu bozó.
Sabe o que eu acho de você, Major?
SÍNDROME DE ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS

“Doença que provoca distorções na percepção visual da vítima, fazendo com que alguns objetos próximos pareçam desproporcionalmente minúsculos. O distúrbio foi descrito pela primeira vez em 1955, pelo psiquiatra inglês John Todd, que o batizou em homenagem ao livro de Lewis Carroll. Na obra, a protagonista Alice enxerga coisas desproporcionais, como se estivesse numa "viagem" provocada por LSD. As vítimas da síndrome também vêem distorções no próprio corpo, acreditando que parte dele está mudando de forma ou de tamanho.”
Isso se dá pela observação do seu procedimento militar. Você viu um mais moderno e pensou que iria chamá-lo em seu campo de doente ou mentiroso. Seu palhaço. Já curtiu LSD, Major? Podemos – a inteligência artifical – pesquisar você?
Um homem tem que ter as bolas de assinar seu serviço. Por que não encaminhou-me pessoalmente para um médico de verdade? Acredita que seu cérebro está preparado para explicar tudo o que aconteceu naquele dia para um Delegado?
OU SEU PRÓPRIO NARIZ ESTÁ CRESCENDO?
Você me sugeriu, seu merda, carbolitium. Só que não medicou. Por quê?
Tá querendo dopar quem, seu MALUCO?
Quero que você me dê apto para voltar a trabalhar, e você vai assinar. Cedo ou tarde. E vai mandar o aspirante se apresentar para mim. Cliente. Estudo advocacia, ele pode ser um potencial cliente de assédio profissional, ou é suspeito como você.
Vou me informar a respeito dos dois. Se for constatado que vocês prejudicam militares com artifícios de encaminhamento, vai rodar TODO MUNDO.

Tô de olho em você, MAJOR TARJA-PRETA. Todo dia, enquanto você dorme. Cada documento...
Depois eu mostro o que vou fazer com o aspira desconhecido...
Dica para bons sonhos...
Charlatanismo - 1) O que é próprio de charlatão. Inculcar ou anunciar cura por meio secreto ou infalível. 2) Segundo o Código Penal, é crime praticado contra a saúde pública, mediante o anúncio de cura por meio secreto e infalível.
Qual CPF, para uma boa conversa na delegacia? Mais antigo ou mais moderno?
No MEU TEMPO, saberemos.
E NÃO VOU TOMAR REMÉDIO PORRA NENHUMA.
MANDE UMA FATD, SEU LEIGO. BASTA SER MEU CHEFE.
VOLUNTÁRIO?

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O Sr. Revés diz:

Especialistas sugerem que as vítimas de assédio moral devem anotar, com detalhes toda as humilhações sofrida (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário). Uma outra sugestão é que estes busquem a ajuda dos colegas, principalmente os que testemunharam o fato ou já sofreram humilhações do agressor. “Sugiro também que evitem conversar com o agressor sem testemunhas. Quando for necessário uma conversa, levar sempre um colega de trabalho ou voluntário. Também exigir, por escrito, explicação do ato agressor e permanecer com cópia da parte enviada à Seção de Pessoal ou Recursos Humanos e da eventual resposta do agressor”, sugere a estudante de psicologia, Cássia. Procurar o sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instâncias como : médicos (Bizuzaço: eles têm mania de sugestionar esquizofrenia, utilizando a característica próxima de qualquer pessoa inteligente: a capacidade rápida de perceber e contestar. No máximo que se pode dizer é que está “aborrecido”, nunca “enraivecido”). ou advogados penais, assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina por ser um caminho, ou ainda recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social (Alguém que pode ouvir sem concordar com outro psicólogo de Junta) ou psicólogo. “Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania”, finaliza a consultoria.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Refrescatus Cudispatus Lacuna Est

E aê, Jay, belê?
Vou te ensinar um macete de combatente antigo e você jamais perderá uma batalha. A não ser que faça como os mestres, e eventualmente “ceda” uma vitória para assegurar o desconhecimento e a ruína dos que se opõem a você.
Isso gera respeito.
Pra começar, quando o “imaterial”, ou seja: o que não está no regulamento se manifesta, é hora de utilizar as forças mais poderosas: a palavra. O Verbo.
Porque se no princípio era o Verbo, e do Verbo fez-se a Luz, então faça-se a luz do conhecimento. Todo conhecimento é gradual.
A parte que lhe interessa foi enviada por um guerreiro antigo, um civil que serve com o coração de um soldado paciente. E ele aprecia o crescimento dos companheiros de trabalho.
Codificou-me o “Morfeu” da situação o Salmo 3, cujo conhecimento é universal às pessoas. Está na Bíblia.
E se você sentir-se à vontade de tomar emprestado o poder do Criador, que opera constantemente sobre sua vida, você tomará sua Palavra. E converterá como estratégia em qualquer situação onde o mal se apresente.
Eu, seu companheiro de rotina, traduzo o que tomaria por oração, e enviaria fisicamente ao poder criador administrativo. É aquele senhor bacana, dentro daquela sala onde entra um monte de gente de coração perverso. Ele é tão vítima quanto você dessa “armação”. E você tem por obrigação de soldado protegê-lo. É assim que se estabelece alianças.
Pense na situação por completo, perceba a ótica de cada interessado. Você perceberá que pode contar com o poder criador administrativo.
Você é um cara inteligente, vai entender perfeitamente o que será “psicografado” por um civil
Que já não existe. O civil que eu seria, se tivesse coragem de abandonar meus companheiros de rotina.
Trata-se do seguinte - por Ameleto.
“Companheiro, ouvi a conversa que vocês estavam tendo, você e o Fox. Não me furtei a prestar atenção aos detalhes técnicos de sua defesa. Sempre que você vai se defender de uma injustiça, tem que se reportar a quem a promove. Deus promove justiça.
E põe pessoas certas para ocupar o lugar de quem Ele quer decidindo. E é por isso que alguns estão onde estão. Uns, quase replicando o suplício de Cristo...
Entretanto, se prestares atenção, o documento que suscitou a quantidade de problemas reportado foi oriundo de uma entidade. Algo que não deveria estar onde está.
E essa entidade vem agindo em nome de outras entidades, embaraçando o tempo e a compreensão de quem te julga à luz das regras castrenses, fornecendo informações difamatórias e caluniosas.
A citação de indícios e o enquadramento com base de indícios nada representa juridicamente. Cumpre à autoridade competente a formulação de um enquadramento disciplinar relacionado à conduta do avaliado, não suspeições. Qualquer acusação deve ser realizada dentro da materialidade, não da opinião tendeciosa de um profissional em processos ardilosos.
Seu oponente se vê em você.
Ele poderá punir a si mesmo. A intenção de seu “auditor” foi emprestar da autoridade do julgador, contando com sua explosão. O oponente deseja que você sofra punição sem formalidades e recorra contra seu comandante. A assinatura do mal que o incomodou sequer consta no documento final.
Entretanto, se considerar que é interesse de seu comandante que você não seja punido injustamente e isso se reflita em problemas que ele não precisa, pense no seguinte:
a) Você tem como provar para ele que o erro começou numa mesa que não possui um poder formal regular.
b) Sirva seu comandante como serviria Deus. Submeta à sua apreciação seu ponto de vista, mas sem ironia. Quem gosta de ironia é o outro. Busque conciliação com quem é capaz de te julgar e explique o que deseja
c) Assuma sua nova vida – e tome iniciativas para que o que ocorreu com você nunca mais aconteça novamente em décadas.
Isso fará com que uma “reentrada” nessa atmosfera da vida a que chamam reencarnação seja mais confortável.
Tome a seguinte idéia de oração do Dia do Soldado para sua situação:
Excelência, quão numerosos são os meus desafetos! Quantos se insurgem contra mim!
Muitos são os que dizem a respeito de minha confiança;
(Não há salvação para ele, no comandante;)
Mas vós, senhor, sois escudo para mim; meu refúgio, por vós levanto a minha fronte.
Com grande voz invoco o senhor, e ele me ouve do seu gabinete.
Deitei-me, dormi, despertei, porque a Força me sustém.
Não temerei as miríades dos solertes que à minha volta me assediam.
Erguei-vos, senhor, ouvi-me, comandante meu! Vós que feristes na face os inimigos de meu país, quebrastes os excessos dos malvados.
Do comandante vem a salvação: sobre o vosso efetivo desça a vossa bênção!

Amém, mano. Ameleto”



A verdade liberta.
Compare a situação com Coríntios 12 – os carismas, sua origem e utilidade, e você vai entender como lidar com a estratégia. Pode checar na Bíblia depois:
“Quanto aos dons militares, não quero, irmãos, que fiqueis na ignorância. Sabeis que, quando éreis ainda civis, vos deixáveis arrastar, sem nenhuma resistência para as atividades estéreis. Declaro-vos, portanto, que ninguém que fale movido pelo regulamento diz anátema ao comandante, e ninguém pode dizer: “O comandante é supremo”, senão pelo regulamento.
Ora há diversidade de especialidades, mas a Moral é a mesma; há diversidade de Forças, mas o Presidente é o mesmo; há diversidade de atividades, mas é o mesmo comando que opera tudo em todos. A cada qual, pois, é dada a manifestação do regulamento para que redunde em interesse público. A um é concedida, por meio do regulamento, a linguagem da estratégia; a outro, a determinação, mediante o mesmo regulamento; a outro, brasão do hospital, em virtude desse único regulamento. A outro, o poder de resolver problemas; a outro, a percepção do futuro; a outro, o entendimento do regulamento; a outro, o de codificar; a outro, o dom de decodificar. Todas essas coisas, porém, as produz o mesmo e único regulamento, distribuindo a cada um seus próprios poderes, conforme lhe convenha.
De fato, do mesmo modo que o corpo é um só, se bem que tenha vários membros, e todos os membros do corpo, não obstante sejam muitos, constituem um só corpo, assim também União. Na verdade, todos nós, quer militares, quer civis, quer executivo, quer iniciativa privada, fomos formados em um só regulamento para constituirmos um só corpo, e a todos fostes embebidos em uma só Moral. E também a União não possui um só regulamento, mas muitos.”
Se você conseguiu sacar até aqui, então acompanhe...
De modo análogo, existe uma coisa chamada “pirâmide das leis”. Não se trata de um organograma banal, mas uma ferramenta óbvia que assegura a moralidade dos regulamentos. Funciona da seguinte forma: a lei sempre pretere o regulamento. Na pirâmide das leis é possível traçar percursos específicos entre as mesmas para atingir objetivos.
É possível entender que a constituição precede a Lei Orgânica do Distrito Federal, a lei precede o decreto, a portaria... assim vai.
Um decreto não pode contrariar a lei.
O campo de seu oponente é o campo administrativo. Ele mescla autonomia de seu cargo com a autoridade de decisão militar. Isso não existe. É coisa de inimigo.
Ele está contando com seu desconhecimento legal sobre o posicionamento de cada peça administrativa, e nisso se engana. Disso ri-se o Sr. Revés.
Sr. Revés entende que se você não assumiu a situação que lhe era devida, houve um erro administrativo que culminou num oportuno questionamento: vai dizer que o carequinha não sabia que era só cumprir o procedimento administrativo? Assumiu a responsabilidade ante a autoridade competente para tal e fez o inverso! Ele preteriu a autoridade competente por ordem. De quem?
Por que não foi cumprido o previsto: “Ex Officio?”
A autoridade que negou fé à empresa de aeroportos, acreditando tratar-se de uma empresa particular, exatamente porque ela mesma age como tal. Aquela cadeira e muitas outras têm sido o “encosto” de muitos companheiros meus. Só que a gente normalmente é o último a saber o que está acontecendo.
Qual foi o concurso que essa “autoridade” prestou, para auferir os poderes de contrariar a lei? Contrariar a criação? Embananar o CPF de meu cliente? O mal quer meus amigos uns contra os outros. Agora, quando o assunto engrossa e eu vejo um amigo contra o outro, daí eu me meto.
Um ciclo de vida militar dura exatamente o que o ministro da defesa determina; e ele só faz o que o presidente determina, e o presidente conta conosco para assegurar que seja cumprido o determinado na Constituição. Tá muito rápido?
Direto e reto: não existe na administração pública o preenchimento de cargos permanentes por tempo indeterminado, como vinha acontecendo com o carequinha que anda te sacaneando. Ele e a turma dele andou dando canetada. Salvo outro juízo, creio que isso seja GRAVE.
Então pega embalo: em 1997 o então Presidente Collor assinou uma lei que dava o pontapé inicial contra a improbidade administrativa. A lei é válida até hoje.
Um pouco de horóscopo: não se força astros a se alinhar, acontece. Basta alinhar em pirâmide o artigo 37, inciso IX – do preenchimento de cargos públicos; usurpação da função pública (cpm); arbitrariedade; abuso de autoridade, fraude ao sentido de texto de leis; principio da moralidade; falsidade ideológica; desvio de finalidade; falta de transparência administrativa; afronta reflexa ao princípio constitucional do concurso público e da economicidade e da eficiência etc.
Daí tu deixa dourar um processo pessoal de assédio moral do bonitão que te prender sem testemunhas e já era. Ser preso sem fundamento legal é um embaraço violento, dependendo de quem cobra. O interesse no estrelato não é seu.
Tu vai estar morrendo de rir em alguma torre, pertinho de casa. E um dia recebe um troco extra, recém-martelado. E ai de quem se meter na sua frente. Esse pode ser o revés da situação.
Ou não: você simplesmente conversa com o comandante, expõe o como o erro do carequinha está causando desgaste a todos e ele toma as providências. E com sorte ele vai poder contar com você no futuro, mesmo que não esteja em nenhuma torre da Infraero.
Sorte ou Revés? Te lembrar uma coisa: o comandante não quer problemas jurídicos, e esse carequinha está “mijando com o pau dos outros”. No caso, o CPF do Sistema.
Não se mija na cerca elétrica da liberdade alheia.
Bota fé?
Fale com o Comandante.