quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Refrescatus Cudispatus Lacuna Est

E aê, Jay, belê?
Vou te ensinar um macete de combatente antigo e você jamais perderá uma batalha. A não ser que faça como os mestres, e eventualmente “ceda” uma vitória para assegurar o desconhecimento e a ruína dos que se opõem a você.
Isso gera respeito.
Pra começar, quando o “imaterial”, ou seja: o que não está no regulamento se manifesta, é hora de utilizar as forças mais poderosas: a palavra. O Verbo.
Porque se no princípio era o Verbo, e do Verbo fez-se a Luz, então faça-se a luz do conhecimento. Todo conhecimento é gradual.
A parte que lhe interessa foi enviada por um guerreiro antigo, um civil que serve com o coração de um soldado paciente. E ele aprecia o crescimento dos companheiros de trabalho.
Codificou-me o “Morfeu” da situação o Salmo 3, cujo conhecimento é universal às pessoas. Está na Bíblia.
E se você sentir-se à vontade de tomar emprestado o poder do Criador, que opera constantemente sobre sua vida, você tomará sua Palavra. E converterá como estratégia em qualquer situação onde o mal se apresente.
Eu, seu companheiro de rotina, traduzo o que tomaria por oração, e enviaria fisicamente ao poder criador administrativo. É aquele senhor bacana, dentro daquela sala onde entra um monte de gente de coração perverso. Ele é tão vítima quanto você dessa “armação”. E você tem por obrigação de soldado protegê-lo. É assim que se estabelece alianças.
Pense na situação por completo, perceba a ótica de cada interessado. Você perceberá que pode contar com o poder criador administrativo.
Você é um cara inteligente, vai entender perfeitamente o que será “psicografado” por um civil
Que já não existe. O civil que eu seria, se tivesse coragem de abandonar meus companheiros de rotina.
Trata-se do seguinte - por Ameleto.
“Companheiro, ouvi a conversa que vocês estavam tendo, você e o Fox. Não me furtei a prestar atenção aos detalhes técnicos de sua defesa. Sempre que você vai se defender de uma injustiça, tem que se reportar a quem a promove. Deus promove justiça.
E põe pessoas certas para ocupar o lugar de quem Ele quer decidindo. E é por isso que alguns estão onde estão. Uns, quase replicando o suplício de Cristo...
Entretanto, se prestares atenção, o documento que suscitou a quantidade de problemas reportado foi oriundo de uma entidade. Algo que não deveria estar onde está.
E essa entidade vem agindo em nome de outras entidades, embaraçando o tempo e a compreensão de quem te julga à luz das regras castrenses, fornecendo informações difamatórias e caluniosas.
A citação de indícios e o enquadramento com base de indícios nada representa juridicamente. Cumpre à autoridade competente a formulação de um enquadramento disciplinar relacionado à conduta do avaliado, não suspeições. Qualquer acusação deve ser realizada dentro da materialidade, não da opinião tendeciosa de um profissional em processos ardilosos.
Seu oponente se vê em você.
Ele poderá punir a si mesmo. A intenção de seu “auditor” foi emprestar da autoridade do julgador, contando com sua explosão. O oponente deseja que você sofra punição sem formalidades e recorra contra seu comandante. A assinatura do mal que o incomodou sequer consta no documento final.
Entretanto, se considerar que é interesse de seu comandante que você não seja punido injustamente e isso se reflita em problemas que ele não precisa, pense no seguinte:
a) Você tem como provar para ele que o erro começou numa mesa que não possui um poder formal regular.
b) Sirva seu comandante como serviria Deus. Submeta à sua apreciação seu ponto de vista, mas sem ironia. Quem gosta de ironia é o outro. Busque conciliação com quem é capaz de te julgar e explique o que deseja
c) Assuma sua nova vida – e tome iniciativas para que o que ocorreu com você nunca mais aconteça novamente em décadas.
Isso fará com que uma “reentrada” nessa atmosfera da vida a que chamam reencarnação seja mais confortável.
Tome a seguinte idéia de oração do Dia do Soldado para sua situação:
Excelência, quão numerosos são os meus desafetos! Quantos se insurgem contra mim!
Muitos são os que dizem a respeito de minha confiança;
(Não há salvação para ele, no comandante;)
Mas vós, senhor, sois escudo para mim; meu refúgio, por vós levanto a minha fronte.
Com grande voz invoco o senhor, e ele me ouve do seu gabinete.
Deitei-me, dormi, despertei, porque a Força me sustém.
Não temerei as miríades dos solertes que à minha volta me assediam.
Erguei-vos, senhor, ouvi-me, comandante meu! Vós que feristes na face os inimigos de meu país, quebrastes os excessos dos malvados.
Do comandante vem a salvação: sobre o vosso efetivo desça a vossa bênção!

Amém, mano. Ameleto”



A verdade liberta.
Compare a situação com Coríntios 12 – os carismas, sua origem e utilidade, e você vai entender como lidar com a estratégia. Pode checar na Bíblia depois:
“Quanto aos dons militares, não quero, irmãos, que fiqueis na ignorância. Sabeis que, quando éreis ainda civis, vos deixáveis arrastar, sem nenhuma resistência para as atividades estéreis. Declaro-vos, portanto, que ninguém que fale movido pelo regulamento diz anátema ao comandante, e ninguém pode dizer: “O comandante é supremo”, senão pelo regulamento.
Ora há diversidade de especialidades, mas a Moral é a mesma; há diversidade de Forças, mas o Presidente é o mesmo; há diversidade de atividades, mas é o mesmo comando que opera tudo em todos. A cada qual, pois, é dada a manifestação do regulamento para que redunde em interesse público. A um é concedida, por meio do regulamento, a linguagem da estratégia; a outro, a determinação, mediante o mesmo regulamento; a outro, brasão do hospital, em virtude desse único regulamento. A outro, o poder de resolver problemas; a outro, a percepção do futuro; a outro, o entendimento do regulamento; a outro, o de codificar; a outro, o dom de decodificar. Todas essas coisas, porém, as produz o mesmo e único regulamento, distribuindo a cada um seus próprios poderes, conforme lhe convenha.
De fato, do mesmo modo que o corpo é um só, se bem que tenha vários membros, e todos os membros do corpo, não obstante sejam muitos, constituem um só corpo, assim também União. Na verdade, todos nós, quer militares, quer civis, quer executivo, quer iniciativa privada, fomos formados em um só regulamento para constituirmos um só corpo, e a todos fostes embebidos em uma só Moral. E também a União não possui um só regulamento, mas muitos.”
Se você conseguiu sacar até aqui, então acompanhe...
De modo análogo, existe uma coisa chamada “pirâmide das leis”. Não se trata de um organograma banal, mas uma ferramenta óbvia que assegura a moralidade dos regulamentos. Funciona da seguinte forma: a lei sempre pretere o regulamento. Na pirâmide das leis é possível traçar percursos específicos entre as mesmas para atingir objetivos.
É possível entender que a constituição precede a Lei Orgânica do Distrito Federal, a lei precede o decreto, a portaria... assim vai.
Um decreto não pode contrariar a lei.
O campo de seu oponente é o campo administrativo. Ele mescla autonomia de seu cargo com a autoridade de decisão militar. Isso não existe. É coisa de inimigo.
Ele está contando com seu desconhecimento legal sobre o posicionamento de cada peça administrativa, e nisso se engana. Disso ri-se o Sr. Revés.
Sr. Revés entende que se você não assumiu a situação que lhe era devida, houve um erro administrativo que culminou num oportuno questionamento: vai dizer que o carequinha não sabia que era só cumprir o procedimento administrativo? Assumiu a responsabilidade ante a autoridade competente para tal e fez o inverso! Ele preteriu a autoridade competente por ordem. De quem?
Por que não foi cumprido o previsto: “Ex Officio?”
A autoridade que negou fé à empresa de aeroportos, acreditando tratar-se de uma empresa particular, exatamente porque ela mesma age como tal. Aquela cadeira e muitas outras têm sido o “encosto” de muitos companheiros meus. Só que a gente normalmente é o último a saber o que está acontecendo.
Qual foi o concurso que essa “autoridade” prestou, para auferir os poderes de contrariar a lei? Contrariar a criação? Embananar o CPF de meu cliente? O mal quer meus amigos uns contra os outros. Agora, quando o assunto engrossa e eu vejo um amigo contra o outro, daí eu me meto.
Um ciclo de vida militar dura exatamente o que o ministro da defesa determina; e ele só faz o que o presidente determina, e o presidente conta conosco para assegurar que seja cumprido o determinado na Constituição. Tá muito rápido?
Direto e reto: não existe na administração pública o preenchimento de cargos permanentes por tempo indeterminado, como vinha acontecendo com o carequinha que anda te sacaneando. Ele e a turma dele andou dando canetada. Salvo outro juízo, creio que isso seja GRAVE.
Então pega embalo: em 1997 o então Presidente Collor assinou uma lei que dava o pontapé inicial contra a improbidade administrativa. A lei é válida até hoje.
Um pouco de horóscopo: não se força astros a se alinhar, acontece. Basta alinhar em pirâmide o artigo 37, inciso IX – do preenchimento de cargos públicos; usurpação da função pública (cpm); arbitrariedade; abuso de autoridade, fraude ao sentido de texto de leis; principio da moralidade; falsidade ideológica; desvio de finalidade; falta de transparência administrativa; afronta reflexa ao princípio constitucional do concurso público e da economicidade e da eficiência etc.
Daí tu deixa dourar um processo pessoal de assédio moral do bonitão que te prender sem testemunhas e já era. Ser preso sem fundamento legal é um embaraço violento, dependendo de quem cobra. O interesse no estrelato não é seu.
Tu vai estar morrendo de rir em alguma torre, pertinho de casa. E um dia recebe um troco extra, recém-martelado. E ai de quem se meter na sua frente. Esse pode ser o revés da situação.
Ou não: você simplesmente conversa com o comandante, expõe o como o erro do carequinha está causando desgaste a todos e ele toma as providências. E com sorte ele vai poder contar com você no futuro, mesmo que não esteja em nenhuma torre da Infraero.
Sorte ou Revés? Te lembrar uma coisa: o comandante não quer problemas jurídicos, e esse carequinha está “mijando com o pau dos outros”. No caso, o CPF do Sistema.
Não se mija na cerca elétrica da liberdade alheia.
Bota fé?
Fale com o Comandante.

Nenhum comentário:

Postar um comentário