sexta-feira, 27 de agosto de 2010

O Sr. Revés diz:

Especialistas sugerem que as vítimas de assédio moral devem anotar, com detalhes toda as humilhações sofrida (dia, mês, ano, hora, local ou setor, nome do agressor, colegas que testemunharam, conteúdo da conversa e o que mais você achar necessário). Uma outra sugestão é que estes busquem a ajuda dos colegas, principalmente os que testemunharam o fato ou já sofreram humilhações do agressor. “Sugiro também que evitem conversar com o agressor sem testemunhas. Quando for necessário uma conversa, levar sempre um colega de trabalho ou voluntário. Também exigir, por escrito, explicação do ato agressor e permanecer com cópia da parte enviada à Seção de Pessoal ou Recursos Humanos e da eventual resposta do agressor”, sugere a estudante de psicologia, Cássia. Procurar o sindicato e relatar o acontecido para diretores e outras instâncias como : médicos (Bizuzaço: eles têm mania de sugestionar esquizofrenia, utilizando a característica próxima de qualquer pessoa inteligente: a capacidade rápida de perceber e contestar. No máximo que se pode dizer é que está “aborrecido”, nunca “enraivecido”). ou advogados penais, assim como: Ministério Público, Justiça do Trabalho, Comissão de Direitos Humanos e Conselho Regional de Medicina por ser um caminho, ou ainda recorrer ao Centro de Referencia em Saúde dos Trabalhadores e contar a humilhação sofrida ao médico, assistente social (Alguém que pode ouvir sem concordar com outro psicólogo de Junta) ou psicólogo. “Buscar apoio junto a familiares, amigos e colegas, pois o afeto e a solidariedade são fundamentais para recuperação da auto-estima, dignidade, identidade e cidadania”, finaliza a consultoria.

2 comentários:

  1. Sugestão musical:
    http://www.youtube.com/watch?v=BtEgXLHrNvM
    http://www.youtube.com/watch?v=bbbUHuy-dXs&feature=related

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  2. Ah, e só pra lembrar...
    http://www.youtube.com/watch?v=qI9bycT4314
    http://www.youtube.com/watch?v=IOUKNdDH2SY
    http://www.youtube.com/watch?v=EnuMGF2zdGk

    Insano, mano...

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